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Por Jorge Messias, 27/10/11
A máquina da morte e a utopia
«Enquanto o proletariado tiver necessidade do Estado, não será no interesse da liberdade mas sim para reprimir os seus adversários! E no dia em que for possível falar-se livremente de liberdade, o Estado deixará de existir...» (F. Engels, «Carta a Bebel»).
«A liberdade política é uma ideia e não uma realidade. Ideia que, no entanto, é preciso saber aplicar quando for necessário atrair as massas populares a um lado da questão. Eis onde surgirá o triunfo da nossa teoria. A questão será de fácil solução caso o adversário tenha recebido o poder de uma ideia de liberdade a que se chama liberalismo. As rédeas do poder serão tomadas facilmente porque a força cega de um povo não pode ficar um só dia que seja sem guia. Assim, a nova força nada mais tem a fazer do que assumir um comando enfraquecido pelo liberalismo» (Protocolos dos Sábios de Sião, 1.º Mandamento).
«Há uma necessidade urgente de uma autoridade verdadeira no mundo, para ordenar a economia mundial, reavivar economias atingidas pela crise e evitar qualquer deterioração e os desequilíbrios maiores que dela resultariam. Obviamente, essa autoridade teria de dispor do poder de garantir o cumprimento das suas decisões ...» (Bento XVI, «A Caridade com Verdade»).
A rede conspirativa que se vai instalando na terra tem claramente origem em formações capitalistas proclamadamente religiosas. Basta olhar-se para o esquema organizativo que vai chegando ao conhecimento público para nele se reconhecer a mãozinha sinuosa dos jesuítas e dos illuminati maçónicos. O que está em jogo tem sempre dois pés para andar: um deles, vai sendo gradualmente desvirtuado, o da utopia do Estado; o outro, avança e calça a botifarra nazi.
A história dos Protocolos poderia, em princípio, parecer um conto de fadas. Mas os quadros dos anúncios que aí se promovem são bem reais. A democracia e as liberdades foram um sonho mal escrito e mal entendido pelos homens. As maiorias enganaram-se nas encruzilhadas dos caminhos. E a própria Igreja surgiu com uma inesperada novidade: agora, as hierarquias querem destruir as estruturas da sua própria Igreja para depois realizarem o sonho mefistofélico de uma cristandade apocalíptica que represente o universo de interesses dum Estado capitalista mundial. Tudo poderia ser pura imaginação não fosse o caso do enunciado teórico dos Protocolos ser acompanhado por uma listagem de objectivos a curto e médio prazos: um governo mundial oculto que promova uma Nova Ordem mundial; um único sistema económico, financeiro e monetário, de obediência universal; o fim das crises económicas através da ocupação, por um só exército, de todas as fontes mundiais de matérias-primas e energia, mesmo que para isto seja de prever o desencadear de uma III Guerra Mundial; e o estabelecimento de uma Religião Única cuja chefia seja desempenhado pela Igreja Católica.
Todos os antecedentes desta Nova Era estão lançados ou funcionam já. Há políticas altamente complexas, como as que intervêm na crise financeira internacional, no terrorismo, nas área do gás e do petróleo, etc., que necessariamente estão a ser já coordenadas por um único governo oculto. As grandes disputas financeiras que convergem nos benefícios das grandes fortunas e nas mega fusões, nas troikas ou nas guerrilhas entre os mercados denunciam a existência actual de gigantescas centrais capitalistas articuladas entre si. Em tudo, desde as relações entre as pessoas até ao convívio entre os estados, os ricos serão mais ricos e os pobres conhecerão a miséria. Embora as lutas de classes subam de tom.
Dá-se como certo que na base deste tenebroso programa final figuram os sionistas, o Vaticano e a Maçonaria. Nada custa a crer que assim seja: o plano actual da Nova Era tem as marcas do «Apocalipse», das ambições planetárias ilimitadas dos grandes estados ocidentais, das alfurjas das caves do Vaticano e da Maçonaria e das tenebrosas ordens secretas, laicas ou religiosas.
Uma nota informativa complementar: os Protocolos não são proféticos. Não foram redigidos de uma só vez, para sempre. São fichas que incluem tópicos de matérias já conhecidas no seu tempo. Depois, vão sendo actualizadas à medida do tempo que passa. E os seus mentores e condutores do processo são os illuminati que repartem ligações entre a Santa Sé, a Maçonaria, o Pentágono e a Wall Street.
Voltaremos a este tema. Quem lê os jornais portugueses cada vez mais se enreda na confusão.
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Dia de Greve dos transportes e o PS o que faz?
A luta contra a ignorâcia e a permanente desinformação não se faz com acordos secretos com a Direita. Nunca isso foi possível! O esclarecimento da população - e nem sequer ainda o PS convenceu os militantes e simpatizantes - faz-se com risco, com coragem política e não com declarações de fé ou de conformismo. Isso é deixar o campo livre para os inimigos : A extrema-esquerda empurra o PS para os braços da Direita e a Direita acusa o PS de ser o causador de todos os males. E o que faz o PS? Exige contas?, demonstra que a crise é universal?, exige medidas para proteger os mais pobres? Defende o Estado Social? Marca a linha inultrapassável aos dsmandos nas Privatizações? Denuncia os jogos de interesses do BES e do seu funcionário Miguel Frasquilho, nomeado pelo PSD para a Comissão das Privatizações e dos contactos com a Troika? Mostra aos professores por A+B como foram injustos e estavam/foram enganados? Reafirma a necessidade de um, esse sim, violento plano de relançamento de Obras Públicas? Tem alguma opinião própria sobre a chamada recuperação urbana e as negociatas associadas? Já explicou aos portugueses que os Transportes Públicos têm que funcionar em rede optimizada, sem redundãncias, mas que os TP não foram feitos para darem lucro, logo, não podem ser privatizados!!!??? E a resposta a estas questões é a mesma: O "novo-PS-em-construção" não tem qq pensamento próprio ou prospectivo, quanto mais político! Este PS não passa de um daqueles partidos do tecido político corrupto de Países como o México ou dos Trabalhistas ingleses...Na próxima sondagem o PS não deve ficar bem no retrato...8/11/11
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Abandonem o conforto e emigrem!
http://www.agenciafinanceira.iol.pt/economia/jovens-desemprego-desempregados-emigrar-agencia-financeira/1294064-1730.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+iol%2Fagenciafinanceira+%28Ag%C3%AAncia+Financeira%29
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Orçamento da AR para 2011
http://pt.scribd.com/doc/40396998/RAR-115-2010-29-out-orc-ar2011
"Orçamento da Assembleia da República para 2011 A Assembleia da República resolve, nos termos do dis- posto no n.º 5 do artigo 166.º da Constituição, aprovar o seu orçamento para o ano 2011, anexo à presente resolução. Aprovada em 22 de Outubro de 2010. O Presidente da Assembleia da República,Jaime Gama "
"Orçamento da Assembleia da República para 2011 A Assembleia da República resolve, nos termos do dis- posto no n.º 5 do artigo 166.º da Constituição, aprovar o seu orçamento para o ano 2011, anexo à presente resolução. Aprovada em 22 de Outubro de 2010. O Presidente da Assembleia da República,Jaime Gama "
domingo, 30 de outubro de 2011
António Serrano, deputado do PS!
- Meu caro amigo, nao dou respostas no meu moral. Pinto número 1, nao há nem pode haver 13 e 14 mês para os Deputados. o que se passou foi que o orçamento da Assembleia foi entregue antes da decisão do Governo. Portanto, será verbas que não chegarão a entrar na AR. Isto já foi explicado dezenas de vezes, mas ninguém parece estr interessado em ouvir. Abraço
- há alguns segundosManuel Ferrer
- Caro António Serrano, escrevo-lhe apenas por o considerar E agradeço a sua resposta: 1 - Ainda bem que entendeu a minha questão, e que para si está tudo resolvido e que só pessoas - como este seu correspondente! - que apenas entendem depos de esgotadas as dezenas de explicações, já aguardam as centenas, para ver se entendem o que os seres superiores lhes estão carecas de explicar: Obrigado! Muito obrigado! E eu a julgar que estava a tratar com um político, que afinal é muito mais do que isso: trata-se de um explicador insuficientemente compreendido! E a a sua impaciência está justificada. Vou aqui deixar um compromisso consigo: Eu nunca mais o incomodo com dúvidas e o Sr. Deputado nunca mais me trata com o devido desprezo! Ficamos combinados? A menos que num infausto dia. eu o encontre, e lhe diga mesmo o que penso da sua impaciência e onde a deve guardar!
Ponto 2, e não menos importante: Como a minha pensão de reforma é inferior a 755.00 Euros depois de ter trabalhado desde os 20 anos e de me ter reformado aos 67,... 47 anos depois!, vou ver o que lhe posso mandar no final do mês para arredondar as suas carências!
Quanto á sua família, tenho a certeza que o subsídio de deslocamento, as imensas vias de acesso agora disponíveis, e as muitas saudades de casa não o impedirão do cumprimento das suas afectividades familiares. Assim deus o permita!
Na próxima revisão constucional, que em breve vos aguarda, só receio que nem todos os mais dedicados fiquem empregados! Que chatice! E agradeço muito que tome mais cuidado com as respostas que dá a quem se lhe dirige com educação! A impaciência é própria dos que nada têm a dizer!
PS x Correspondência com Antº. Serrano - 1
http://www.facebook.com/#!/profile.php?id=100002181221209
Peço imensa desculpa, mas dada a minha idade, estas preocupações acabam por afectar a minha saúde. Saberá por acaso o Sr, Deputado se já foi aprovado o Orçamento da Assembleia da Repúbkica e se, a anteriormente referida dissonância, entre os cortes dos salários aos Funcionários Públicos e os estipêncios percebidos pelos nossos representantes, os Deputados? Ou manterão V. Exas esses tais 13º e 14º salários, intocados ? Terá o PS dado início a alguma iniciativa no sentido de corrigir a mesma dissonância? Na minha qualidade d ecidadão e de votante no PS, seria uma honra ter a oportunidade de ler uma sua resposta a esta preocupação. Aceite os protestos da minha consideração. Manuel Ferrer/ 29 /10/2011
Peço imensa desculpa, mas dada a minha idade, estas preocupações acabam por afectar a minha saúde. Saberá por acaso o Sr, Deputado se já foi aprovado o Orçamento da Assembleia da Repúbkica e se, a anteriormente referida dissonância, entre os cortes dos salários aos Funcionários Públicos e os estipêncios percebidos pelos nossos representantes, os Deputados? Ou manterão V. Exas esses tais 13º e 14º salários, intocados ? Terá o PS dado início a alguma iniciativa no sentido de corrigir a mesma dissonância? Na minha qualidade d ecidadão e de votante no PS, seria uma honra ter a oportunidade de ler uma sua resposta a esta preocupação. Aceite os protestos da minha consideração. Manuel Ferrer/ 29 /10/2011
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